Aqueles que dão prosseguimento à obra de Einstein ou Mozart, entre outros, são também gênios.
Já os que continuam a obra de Paulo Freire, Vygostky, Piaget e outros desses são 99,99% estudantes ou funcionários públicos.
Revisão inteligente de textos
Aqueles que dão prosseguimento à obra de Einstein ou Mozart, entre outros, são também gênios.
Já os que continuam a obra de Paulo Freire, Vygostky, Piaget e outros desses são 99,99% estudantes ou funcionários públicos.
Quando Duque afirma que a opinião pública, volúvel, é determinada pelos jornalistas e, por isso, não a leva em conta, exprime o que todos sabemos: os políticos trabalham para eles próprios.
Entretanto foram eleitos, em princípio, para cuidar na nação. Assim, trata-se de falta de decoro parlamentar, uma vez que Duque e todos os outros foram eleitos para ajudar o povo. Daí faz parte da missão deles melhorar a capacidade de discernimento da população, desejar um povo politizado e menos volúvel, e não isolar esse povo como massa de manobra.
Imagine um médico afirmar: “Não quero saber de gente doente”. É o mesmo que um político, que deveria se preocupar com a educação, dizer: “Não dou ouvidos para esses ignorantes”.
Com graduação e mestrado em Letras, aventurei-me num concurso para departamento terceiro na UFSC, isso em meados da década de 90.
Embora minha média final tenha sido quase 9, a banca me deu algo como 6,75 no artigo (resenha de artigo, não lembro bem). Para ser aprovado, precisava de no mínimo 7 em todas as provas.
Dois motivos para me reprovarem na prova escrita me chamaram muito a atenção: uma membra reclamou que eu coloquei diversas correntes psicológicas no mesmo balaio, o que não podia ocorrer na academia. O membro masculino me acusou de ter selecionado para a resenha um artigo de autora inglesa, em vez de ter homenageado a rica produção nacional. (A terceira membra ou não gostou mesmo do meu trabalho ou me enrolou bem, preparando-me para a má notícia.)
Apresentei isso tudo apenas para registrar o ponto alto da minha reprovação. O moço da banca, após anunciar meu 6,75 e a consequente reprovação, disse em alto e bom som que meu futuro seria brilhante.
Na hora não achei irônico, embora tenha sentido aquilo como totalmente desapropriado.
Hoje, quando contemplo o envelhecido W. em lugares públicos, não sei bem por que, sinto-me ainda forte e brilhante, e lembro com um prazer macabro que ele tenha pré-anunciado a minha desistência da vida docente institucional.
Gostaria de dizer para ele que nunca mais tentei um concurso para professor, que desisti do doutorado, decisões das mais acertadas em relação à minha passagem por esse universinho federal de santa catarina, que – significativa parte - não duvidava do meu fututo.
Quanto a ele, nunca tive a oportunidade de vê-lo brilhar, nem nos palcos, nem na academia, o que nem vem ao caso: como funcionário público, o salário cai na conta todo mês mesmo.
Felizmente, também, a educação no país está cada vez melhor, nas boas mãos dos que passaram naquele e em outros concursos para professor de professores. Quero aqui homenagear o trabalho brilhante desses educadores dos educadores, porque é deles o mérito pela competência docente e metodológica dos professores de primeiro e segundo graus do nosso país. É deles o mérito por eu conseguir me expressar com estas palavras. Imagino-me se um deles, velhinho, olhando para o passado e para o presente, e vendo como os estudos (mestrados, doutorados, publicações, pesquisas mis) transformaram quase 100% da população brasileira em letrados. Embora o Prates não deva concordar, muito sucesso na carreira e um sono tranquilo.
P.S.: O nosso moço da banca deve ter mudado de ideia ou ter dominado toda a produção nacional e foi fazer doutorado na Inglaterra.
Coloque 500 gramas de macarrão (qualquer marca, de preferência uma em promoção) em uma panela com água, um fio de óleo e sal a gosto.
Deixe cozinhar até ficar mole (cozido) e escorra.
Misture catchup (pode ser tradicional ou picante) e maionese (pode ser light ou tradicional) a gosto e bom apetite.
Se quiser deixar mais requintado, coloque pimenta do reino moída na hora e queijo parmesão. Uns raminhos de salsinha oferecerão um aspecto irresistível, internacional, ao prato.
Para acompanhar, um bom vinho tinto (tem que ser tinto) suave. Pode ser um La Dorni, sem álcool.
Era uma vez um predador que ficou cansado da atividade, provavelmente não da fama.
Só que a fama não foi suficiente para que o velho predador encontrasse novidade à altura na cadeia alimentar e, assim, virou a presa da vez.
Há uma muleta na escrita de muitos muito anterior aos irc, icq, msn, fóruns, blogs da vida.
Trata-se do uso desmedido de alguns sinais de pontuação, o que, para mim, é puramente falta de condições de se expressar bem com o suprassumo da língua, as palavras.
Esse problema intelectual, entre outros vícios, leva o sujeito a recorrer aos três pontinhos, às triplas interrogações ou exclamações, na falta da exposição escrita de um pensamento mais elaborado.
Adotando o estilo “pontuação expressiva”, prossigo!!!
Sabe… Tá ligado??? É isso aí!!! Até em literatura esses devaneios são raros…
Por isso… não consigo deixar de prejulgar quem usa “??? … ??? …” em todas as orações… como ícone da falta de maturidade verbal!!! Já quem redunda nessas pontuações… deve acreditar (será???) ser um sujeito altamente expressivo…
Ui…