Ainda hoje leio material em que descrevem os caras-pintadas como personagens centrais no impeachment de Collor.
Na época eu já os via apenas como uma boiada governada por políticos que previamente prepararam e autorizaram o terreno para o movimento.
Portanto, os caras-pintadas participaram apenas da festa de encerramento do impeachment. Jovens, festa!
Quase 20 anos depois, os caras-pintadas não fizeram mais porra nenhuma, nem novas gerações têm se organizado, mesmo com tantas insensatezes no mesmo país.
Aguardam, com certeza, que alguma manobra da cúpula organize uma nova “festa da democracia”.
Tocando a boiada e legitimando a operação.
Giovanni Secco.